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A série “Som e Fúria” acabou sexta-feira, com direito à última cena de amor de Dante e Ellen, personagens de Felipe Camargo e Andréa Beltrão. Antes disso, uma bela apresentação do simpático porteiro (mesmo ator que fez “Sem chance”, no Carandiru. Queria saber o nome dele pra elogiar) recitando “Sonetos de Shakeaspeare”. Depois, ainda deu tempo da última aparição de Oliveira, o fantasma que pertubava Dante, muito bem interpretado por Pedro Paulo Rangel.
Tudo muito bem filmado, bem dirigido, bem interpretado. Como foi em toda esta temporada, que parece ter sido única. A série, mesmo com altos investimentos, foi fracasso em audiência e repercussão. ”Som e Fúria” só foi notícia nos maiores portais ao perder em audiência para um filme exibido pela Record.
Sexta-feira, no dia de encerramento do programa, algo relacionado também me surpreendeu pela qualidade. Foi um texto na Folha Online, ” ‘Som & Fúria’ é sucesso de crítica, mas fracasso em matemática”. Nesse texto, o autor mostra a sua indignação com o tratamento dado a série. Segundo o autor, nem só de audiência deveriam viver as televisões, mas, sim, de cultura. E se cultura é algo raro nas tvs abertas, “Som e Fúria” abriu um parênteses todas as noites para as remotas pessoas que se interessaram.
O texto não me surpreendeu apenas por compartilhar da mesma ideia que eu. O seguinte trecho, chamou a atenção e provocou a criação deste post:
“É triste saber que a minha empolgação com ‘Som e Fúria’ é quase solitária. Após a exibição do primeiro capítulo, fui comentar a série no Twitter. Abro a página e me deparo com alguns comentários de pessoas que diziam ‘não terem entendido nada’ da minissérie, como se aquilo fosse uma tese de mestrado de física (embora, ironicamente, um dos comentários tivesse sido escrito justamente por uma pessoa com mestrado em física nuclear).”
A série foi apontada por muitos como “difícil”. Disseram que a série era cabeça demais para a Tv aberta, que era uma afronta à inteligência do povo brasileiro, acostumado com futebol e novela. Dessa forma, então, será que superstimaram a capacidade mental de um físico nuclear?
Ao contrário do que é muito propagado por aí, não somos um povo burro. Pelo contrário. Até nosso presidente é chamado assim por ser analfabeto. Se ele fosse burro não seria presidente. Como o pobre não é burro, que ganha um salário mínimo e consegue sobreviver sem saber ler. Assim como o físico nuclear que efetua equações impossíveis para qualquer outro cidadão. Inteligência vai muito além disso, e em nenhum ponto se encontra com a cultura.
Não somos um país culto, infelizmente. O que é bom, é reservado para poucos. A maioria dos brasileiros morre sem ter ido ao teatro. Morre sem conhecer Pedro Almodóvar e ouvindo músicas descartáveis. E isso não está relacionado ao Q.I do cidadão.
Fomos condicionados a acreditar em números quando falamos em tv. Esquecemos da qualidade, quando ela aparece, não somos capazes de dar oportunidade para que ela sobreviva. “Som e fúria” só fracassou em números por abusar de qualidade e trazer algo que o brasileiro já se acostumou a não ter: cultura.
Por Rafael Araújo
Eu não lembro se já dei a minha opinião aqui, mas eu não gosto dos comentários do Neto, o ex-jogador e atual comentarista de futebol da Band. Quer dizer, gosto em termos. É interessante ouví-lo dando apelidos como “Barbie” (para o jogador argentino Maxi Lopes, marcado por arrumar o cabelo loiro antes de entrar em campo), ou dizendo que tal jogador é tão ruim que não serve sequer para limpar um banheiro de rodoviária. Soa sincero, é engraçado. O problema é que Neto não é comprometido com a coerência, nem de longe. Já o ouvi dizendo que Ronaldo Nazário não tinha nada de fenômeno e que Alexandre Pato o superaria em poucos anos. Só foi o gorducho desembarcar no Parque São Jorge, para o comentarista passar a chamá-lo de gênio. É esse o problema, há dias que Neto é comentarista, em outros deixa o coração falar mais alto e fala com a propriedade de um torcedor.
Para a minha surpresa, segundo a colunista Fabíola Reipert, da Folha de São Paulo, Neto estaria sendo sondado pela Tv Globo. A Globo estaria descontente com o trabalho de Caio Ribeiro e Falcão, que seriam muito bonzinhos (a colunista usou o termo “vaselinas” para descrevê-los, que seria a palavra que os boleiros costumam usar. Eu em 10 anos assistindo futebol nunca tinha ouvido isso). A Tv Globo teria feito oferecido 80 mil mensais a Neto, 30 mil a mais do que o suposto salário que o comentarista recebe na Band.
A colunista acrescentou dizendo que o interesse por Neto teria surgido depois de uma pesquisa feita pela própria emissora. Os cometaristas mais indicados pelos telespectadores seriam os mais polêmicos, como Neto e Casagrande, esse último que se encontra em reablitação.
Assisti a uma entrevista recente do Casagrande, onde o mesmo disse que o retorno está breve. Dessa forma, o lugar de “comentarista polêmico” da emissora estará preenchido em breve, desmentindo a nota da jornalista. A emissora inclusive desmentiu a existência da pesquisa e que tenha sondado Neto.
Não acho que Neto tenha o perfil global da emissora da família Marinho. A líder do mercado não admite espaço pra tanta sinceridade.
Falcão tem crédito, anos de casa e elegância reconhecida até pelas mulheres. Ele não sai.
Gosto de Caio Ribeiro. Faz o óbvio, é verdade, mas não compromete a transmissão. Costuma ler bem o jogo. Mesmo assim, como é o mais inexperiente, se alguém for substituído, certamente será ele.
Comparando Caio com Neto, fico com Caio. Prefiro alguém disposto a analisar a partida do que alguém a desafiar Galvão Bueno nas polêmicas. Se for pra substituir Caio, que seja por alguém que una os dois lados, de conhecimento e espontaneidade. Casagrande e Lédio Carmona (por que não?) se encaixam muito bem nisso.
Por falar em Galvão, eu já cansei, como o Brasil todo. Já passou da hora da cúpula da Tv Globo olhar com mais atenção para Éder Luis, pra mim, disparado o melhor narrador do Brasil.
Em uma suposição de futuro, eu só sei de uma coisa: transmissão com Neto e Galvão juntos eu assisto no mudo.
Falando em transmissões, é bom relembrar desse vídeo: se Luciano do Valle era tão contra Godói, Neto e Milton Neves, por que ainda continua trabalhando com eles?
Por Rafael Araújo
Quem tem o costume de assistir ao SBT já deve ter percebido que o “Casos de Família” não está sendo mais exibido. O programa deve voltar à grade de programação no futuro, só que reformulado e com outra apresentadora. Regina Volpato não trabalha mais na emissora. Comentam que Claudete Troiano poderá ser a substituta de Regina no comando do programa.
Pra falar a verdade eu achava o programa bem ruim. Só existia um ponto forte no “Casos de Família”: a apresentadora. Quando eu cheguei a perder alguns minutos das minhas tardes assistindo, foi exclusivamente pelo jeito que a apresentadora conduzia a platéia e os convidados.
Volpato conseguia dar um lado humano para um programa de convidados que muitas vezes pareciam de mentira, em busca de qualquer cachê. A apresentadora não fazia perguntas afim de causar mais transtorno nas famílias do palco, não julgava e até consolava quando o convidado caia em lágrimas. Até a platéia que queria ver o circo pegar fogo, se controlava na hora de dar a opinião, já que sabia que tinha alguém de credibilidade no comando do microfone. O programa tinha tudo pra ser mais um centro de barracos, como são os feitos pela Márcia Goldshmidt. Mas não era.
Esse estilo de programa, tradicional cópia do formato imortalizado pela americana Oprah, já é antigo nas televisões brasileiras. Programas assim renderam várias agressões ao vivo e acusações de fraude. Mas sempre deram lucro e audiência, já que o que não presta tem certa facilidade de dar certo no Brasil. O “Casos de Família” parecia mais distante dessa realidade, já que a imagem da apresentadora pairava credibilidade.
Em nota em seu próprio blog, Regina comentou sobre a sua saída:
Enfim, foram cinco anos apresentado um programa diário. Cinco anos praticamente sem férias, nem reprise. O Casos de Família ficou apenas um mês fora do ar, em férias. Em janeiro de 2005. Nos demais meses, de segunda à sexta, feriado, dia santo e etc, todas as tardes, era só ligar a televisão para me ver lá. Trabalhando. Trabalhando com muito carinho, com muito amor. Mais de 1200 programas. Um cenário, que sofreu apenas uma pequena reforma ao longo desse tempo todo.
Sou muito grata à vida pelas oportunidades e pelas experiências maravilhosas que vivi neste período. Por tudo que aprendi. Inclusive sobre mim mesma. Mas decidi parar. Deixar o programa. Preciso descansar um pouco.
Agradeço a generosidade das pessoas que entrevistei e da platéia. Agradeço às pessoas que trabalharam comigo; tenho admiração por muitas delas. O carinho dos que me acompanham. O público que me acolheu desde o começo. Agradeço aos que não foram levianos, e evitaram criticar antes de conhecer o meu trabalho e avaliar meu desempenho. Agradeço também aos meus colegas da imprensa que me dispensaram um tratamento respeitoso. O saldo é positivo. Tranquila, e feliz pela sensação do dever cumprido, despeço-me desta fase.
Texto “Despeço-me desta fase” na íntegra, feito por Regina Volpato
Pela mágoa demonstrada no texto, o empresário Silvio Santos não deu a devida atenção para quem lhe garantia audiência todas as tardes. Perdeu assim, não só uma boa profissional, mas também uma legião de fãs incompreendidos que viam em Regina Volpato a psicóloga que o dinheiro não dá pra pagar.
Por Rafael Araújo
Essa discussão entre o cantor Ed Motta e o jornalista Álvaro Pereira Júnior aconteceu no dia 06 de setembro do ano passado. Como queria ver o Frejat cantando, tive sorte de assistir o Altas Horas nesse dia. O tempo passou e eu acabei esquecendo desse programa e dessa briga, só lembrando hoje, quando esse vídeo foi postado na comunidade dos Paralamas do Sucesso.
O vídeo merece ser assistido não só pela briga em si, mas pelo assunto discutido. Afinal, existe importância no trabalho do crítico de música?
Deixando o exagero e a raiva de Ed Motta de lado, o cantor citou uma frase de tom filosófico, que como todas desse tipo, merece pelo menos ser refletida.
“Quem sabe faz, quem não sabe ensina e quem nem isso consegue vira crítico”
Se você for analisar a frase vai perceber que ela não faz sentido algum, já que ninguém ensina a ler sem saber. Mas pensando exclusivamente no trabalho do crítico, essa frase certamente tem os seus seguidores.
Crítico de música no Brasil virou sinônimo de músico frustrado há muito tempo. Reparem no que o Frejat diz no vídeo sobre os críticos que ofendem os músicos. Provavelmente ele tenha falado de Regis Tadeu, o crítico mais famoso do Brasil (que ficou ainda mais por quebrar discos no “sensacional” SuperPop da RedeTv!). Se o crítico mais famoso do Brasil é desse jeito, a imagem do restante dos jornalistas acaba sendo associada a ele. Veja Regis Tadeu ofendendo o Chinese Democracy
O que não se pode negar é que dependendo da importância do órgão que publica a crítica, o jornalista tem um certo poder de influenciar a opinião sobre o artista ou sobre o trabalho. Pensando dessa forma, o trabalho do crítico é influenciar os que não tem tanto conhecimento sobre o assunto a terem a mesma opinião que eles.
O que eu acho é que uma crítica musical não deixa de ser a opinião do jornalista. Não é a verdade absoluta, como muitos acham. É apenas mais uma opinião, uma indicação. Quem nunca ouviu algo por indicação de um amigo? O crítico serve pra isso, indicar novos trabalhos ao seu público. O grande problema acontece quando a crítica não é positiva, quando o jornalista não gostou do que ouviu. O jornalista que ofende o artista julgado, acaba afetando o trabalho do músico que pode perder futuros fãs por “opiniões respeitadas” como essas. Muitas vezes esses jornalistas comentam sobre um gênero que eles nem sabem de onde vieram e o que se propõem a fazer.
Eu escolhi desde o começo desse blog apenas fazer reviews sobre discos que eu julguei bons e que conheço o suficiente do estilo musical. Não faço reviews de discos que considero ruins ou de estilos musicais que não ouço, pelos motivos citados no parágrafo anterior. Posso criticar algum álbum de alguma banda que eu sou fã, mas isso será apenas para demonstrar a minha frustração, da mesma forma que critico alguma música separada. Mas no geral, me limito às minhas indicações de bons trabalhos.
Assista o vídeo, ria da cara do Álvaro nervoso, fique com vergonha alheia do Ed Motta sendo motivo de piada pra platéia e não se distraia com a Carol Castro. Depois disso, me diga se estou certo ou não.
Por Rafael Araújo

Assistam e entendam o título do post.
Melhor dizendo, não assistam. Obrigado.
Por Rafael Araújo
O novo

O Esporte Interativo já me agradava desde quando as transmissões eram feitas pela Band, ano passado. Agora, na Gazeta, parece que essa boa impressão ficou ainda mais clara.
A transmissão é feita com entusiasmo e exagero em todos os jogos. A intenção é deixar emocionante até uma cobrança de lateral. O resultado é exatamente esse. Qualquer jogo é cheio de gritaria por parte dos narradores e euforia nas falas dos comentaristas. No canal, narrador também discute com comentarista, mas não com a prepotência de um Galvão Bueno. O narrador quer ver o circo pegar fogo, se colocando no meio do incêndio, dizendo que tal jogador é melhor que o outro preferido do comentarista. Isso sem deixar de narrar.
Talvez por coincidência (ou não) todos os narradores da emissora têm vozes semelhantes. É quase imperceptível o revezamento de narradores, comum em todas as semanas. Existe revezamento também na apresentação do intervalo, nessa hora parece que eles querem aproveitar os minutos de fama (apenas o apresentador do intervalo mostra o rosto na Gazeta). Fazem embaixadinhas, balançam a câmera e fazem piada com a careca do colega. Viram crianças com vozes de rádio.
Falando em crianças, um mérito do canal é saber exatamente qual o seu público alvo. A linguagem exageradamente coloquial atrai uma faixa etária bem jovem para a audiência. As discussões que ocorrem durante as transmissões me fazem lembrar das minhas próprias discussões, nas sagradas partidas de Winning Eleven. Quem quiser ver com os próprios olhos o sucesso da emissora com esse público, é só ver o esquadrão no site. A maioria são garotos metidos a boleiros.
Uma grata revelação dessa equipe é Vitor Sérgio. Atualmente, é difícil encontrar um comentarista tão conhecedor de futebol como ele. Se junta a Lédio Carmona, PVC, Mauro Beting e, porque não, Caio Ribeiro, na lista dos melhores comentaristas do Brasil. Seu blog.
Acho que não fui só eu que percebi que essa forma da transmissão é boa. Notem o novo formato do Globo Esporte: é estritamente parecido com o jeito “Esporte Interativo” de apresentar. Cheio de dinâmica, com focos diferentes de câmera e mais interatividade entre repórteres e apresentador.
Parece que a atual tendência do jornalismo esportivo do Brasil é rejuvenescer.
O músico
Na rotina de ver blogs esportivos, encontrei o de Celso Cardoso, jornalista da Gazeta. Para minha surpresa, descobri que ele é cantor e faz shows por São Paulo.
O set-list dos shows parece ser muito bom. O jornalista e a sua banda tocam os maiores sucessos do rock brasileiro nos anos 80. O jornalista diz no blog que em breve lançará um cd. Vamos aguardar. Você pode ver no vídeo abaixo, Celso Cardoso cantando a ótima O Passageiro, do Capital Inicial.
Ok, Ok. Veeeja!
Por Rafael Araújo
Hermes e Renato é tradicional todos os anos, seja nas filmagens toscas ou mesmo no Telaclass. Há anos o humor deles permanece por meio dos jovens, até mesmo os que não tem MTV, que acessam os arquivos pelo Youtube.
Esse ano, os integrantes resolveram deixar de lado o Telaclass e voltar as filmagens tradicionais. Tá bom, não tem nada de tradicional. Talvez esteja aí o maior problema.
Inventaram uma história de Matrix sendo o tema central do programa. Tiraram Joselito da Terra e o fizeram um vírus, grande desperdício. Os integrantes aparecem sem máscara, o que tira a graça de todos eles. Todos eles, exceto Away de Petrópolis, que não importa o novo nome dele, seja Morfeu ou Gil Brother, ele é sempre o mesmo Awey.
E Awey continua muito talentoso na sua missão de errar falas e atrapalhar o programa. Continua ignorante, falando vários palavrões e frases sem sentido, exatamente o que se espera dele. Continua sendo muito agradável rir de seus tapas e gritos.
Boça continua engraçado, mas não sei ao certo até quando. A tirada sobre a bossa nova foi genial, mas talvez essa graça não dure pra sempre. As primeiras filmagens foram ótimas.
Existem ainda as filmagens toscas, mas até agora nenhuma marcou o programa. O tempo enferrujou o talento dos integrantes, isso fica cada vez mais claro. A nossa sorte é que ainda existe Awey, que tem como maior talento não ter talento.
Episódios: http://mtv.uol.com.br/hermeserenato/videos
Por Rafael Araújo
Domingo passado resolvi tentar assistir aos programas esportivos da televisão aberta.
- Fiquei feliz ao ver Roberto Avallone no Rockgol de Domingo. Me limito a dizer que já quis ser ele um dia. Avallone falou bastante, discordei de quase tudo. Acho que ele ainda tem vaga em algum programa esportivo, não como apresentador mas como comentarista. Compensando a sua falta de atualização sobre futebol, Avallone tem carisma. Muito mais do que parece.
- Enquanto isso na Gazeta, o Mesa Redonda entrevistava Marco Aurélio Cunha, novo vereador de São Paulo. Tremenda chatice. Chico Lang não arrumou nenhuma discussão, a lenda-viva Solera aparentava dormir na mesa e todos os outros componentes da mesa se preocupavam em bajular Marco Aurélio. Na mediação de tudo isso, Flávio Prado se mostrava mais uma vez insuportável, com todos os seus comentários bairristas. É impressionante como ele consegue ser terrível na televisão, enquanto chega a ser brilhante na rádio.
- No Terceiro Tempo da Band, o programa era dominado pelas Cheerleaders do Corinthians. Milton Neves e Paulo Morsa se divertiram com perguntas para as garotas durante todo o programa. Nesse domingo futebol não era prioridade, Seleção Brasileira não dá tanta audiência quanto musas da torcida do Corinthians.
- Ainda sobre o Terceiro Tempo: soube pelo blog do Mauro Beting que ele não partipará mais do programa dominical. Em seu lugar, entrará Neto. Isso parece mais uma jogada para deixar o programa cada vez mais corintiano e humorístico. Azar do telespectador que perde os comentários do melhor comentarista do Brasil.
Próximo domingo ficarei só no Rockgol mesmo. Estou cansado dessas mesas redondas e as vejo cada vez piores. Vou dar risada, somente. Informações e gols eu vejo na internet.
Por Rafael Araújo


